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Livros Electrónicos (colecção e-books)

NUNES, Susana Dolores Machado. 2009. A Milenar Arte da Oratura Angolana e Moçambicana

Índice:

AGRADECIMENTOS
A MULHER QUE PRENDEU A CHUVA
RESUMO
ABSTRACT
INTRODUÇÃO
PARTE 1 – NARRATIVAS DE TRADIÇÃO ORAL
   01. PROBLEMÁTICA CONCEPTUAL DA NOMENCLATURA DAS NARRATIVAS DE TRADIÇÃO ORAL
   02. ESCRITA E ORATURA AFRICANA
      2.1. A oralidade e a escrita
      2.2. A oratura africana
   03. NARRATIVAS DE TRADIÇÃO ORAL – CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES
      3.1. Origem das narrativas de tradição oral
      3.2. Elementos estruturais
         3.2.1. Elementos estruturais das narrativas africanas de tradição oral
      3.3. Classificação das narrativas de tradição oral
         3.3.1. Classificação das narrativas de tradição oral nas colectâneas de Junod e Chatelain
PARTE 2 – O CONTO POPULAR E O CONTO POPULAR AFRICANO
   04. O CONTO POPULAR
      4.1. Conto popular – fenómeno narrativo
      4.2. Apresentação dos contos populares presentes nas colectâneas - Cantos e contos dos ronga, Henri A. Junod
         4.2.1. Henri A. Junod – a obra de um homem
         4.2.2. O papel dos contos na vida dos rongas
         4.2.3. Classificação dos contos segundo Junod
         4.2.4. Valor etnográfico dos contos
         4.2.5. Valor moral e filosófico dos contos
         4.2.6. Carácter literário das narrativas
         4.2.7. Os informadores
      4.3. Apresentação dos contos populares presentes nas colectâneas - Contos populares de Angola, Héli Chatelain
         4.3.1. A actividade de Héli Chatelain
         4.3.2. A obra - organização
         4.3.3. O folclore angolano apresentado por Chatelain
PARTE 3 – OS CONTOS AFRICANOS E A SUA APLICAÇÃO PEDAGÓGICO-DIDÁCTICA EM PORTUGAL
   05. SOBRE O CORPUS ANALISADO - OS “COMPLICADORES” DESTE TRABALHO
   06. ANÁLISE COMPARATIVA DE CONTOS AFRICANOS
      6.1. Estrutura lógica do conto: relação entre a situação inicial e a situação final
      6.2. O quadro de enunciação – o conto e o contador (fórmulas iniciais e fórmulas finais)
      6.3. Os papéis actanciais (as posições ocupadas pelos actantes e relações entre eles)
      6.4. Alterações ao esquema canónico do conto
   07. APLICAÇÃO PEDAGÓGICO-DIDÁCTICA
      7.1. O plano de leitura e exploração dos contos
      7.2. Objectivos do plano da unidade
      7.3. Análise dos dados/respostas
      7.4. Aplicação pedagógico-didáctica de contos africanos na disciplina de Português Língua Não Materna
CONCLUSÃO
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA ACTIVA
BIBLIOGRAFIA PASSIVA
ANEXOS

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NUNES, Susana Dolores Machado. 2009. A Milenar Arte da Oratura Angolana e Moçambicana. Aspectos Estruturais e Receptividade dos Alunos Portugueses ao Conto Africano. Edited by L. Electrónicos. 1 ed. 1 vols. Porto: Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto.

Do Resumo

(...) começamos pela apresentação dos pressupostos teóricos das narrativas de tradição oral; apontamos a problemática conceptual da nomenclatura deste tipo de narrativa; fazemos breves considerações sobre oratura africana; passamos pela origem, estrutura e classificação desta literatura; apresentamos a classificação das narrativas presentes nas obras escolhidas como objecto de estudo deste trabalho, Contos populares de Angola, de Héli Chatelain e Cantos e contos dos ronga, de Henri-Alexandre Junod. Tendo como base deste trabalho a narrativa designada como conto popular, apresentamos os vectores estruturantes deste tipo de texto e procedemos à apresentação das colectâneas mencionadas, enunciando os percursos de vida e do trabalho dos etnólogos e a função dos seus informadores, no século XIX, e abordamos o papel dessa oratura na vida dos rongas e os seus valores etnográfico, moral, filosófico e literário. Procedemos, ainda, ao estudo comparativo de contos angolanos e moçambicanos, com a definição de quatro linhas orientadoras - estrutura lógica do conto: relação entre a situação inicial e a situação final; o quadro de enunciação - o conto e o contador (fórmulas iniciais e fórmulas finais); os papéis actanciais (as posições ocupadas pelos actantes e relações entre eles) e alterações ao esquema canónico do conto. Partindo deste estudo comparativo, descrevemos um trabalho no terreno com alunos do oitavo ano de escolaridade, 3º ciclo do ensino básico, em que estes foram convidados a ler pela primeira vez contos populares angolanos e moçambicanos. Apresentamos as suas reacções, as suas dificuldades e as conclusões que retirámos deste projecto, incluindo uma breve nota das potencialidades de leitura dos contos africanos na disciplina de Português Língua Não Materna.

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