O n° 8 da Africana Studia apresenta pela primeira vez num volume três conjuntos temáticos: estudos sobre os países lusófonos africanos entre 1975-2005, sobre as sociedades islâmicas africanas e sobre a escravatura africana.

A história da cartografia portuguesa tem cultivado com particular atenção a época dos descobrimentos e da expansão. No entanto, pouco se sabe sobre os mapas elaborados pelos cartógrafos portugueses nos séculos XIX e XX, quando são notáveis a quantidade e a qualidade das cartas que representam as mais variadas áreas do globo com particular incidência nas colónias portuguesas de África.

De um lado temos os ricos, do outro os pobres. «Sempre foi assim, é a história da humanidade», dirão alguns. Talvez, mas é assim quando a Declaração Universal dos Direitos do Homem exige a dignidade de homem, e de cidadão, para todos; quando há mais de meio século se declarou solenemente o combate ao «atraso», à «pobreza», ao «subdesenvolvimento» e se montou uma poderosa indústria da cooperação que engloba toda a panóplia de boas intenções, de declarações e apoios, sábios e políticos, conferências e missões.

O volume 11 da revista Africana Studia tem como tema de dossier Comunicação: línguas, rituais e mass-media em África. É um tema interdisciplinar que abrange várias áreas de investigação, como a Antropologia Social e a Linguística Descritiva, as Ciências da Comunicação, a Linguística, (onde, no caso de África, a Crioulística é uma área indispensável), a área interdisciplinar da Análise (multimodal) da Conversação e também a História, explorando aspectos sócio-políticos da comunicação sob o ponto de vista diacrónico.

O volume 16 da revista Africana Studia tem como tema de dossier Problemas da Habitação em África – Reflexões sobre a África Portuguesa.

Trata-se de um tema estruturante na dimensão africana, dada a premente necessidade básica de habitação e infraestruturação urbana latente em grande parte do território africano. Neste número, damos especial destaque à África de Língua portuguesa.

A. I. Voeikov (1842-1916), geógrafo russo, considerava a geografia como uma combinação de 'corpos móveis', que, mobilizados pela superfície terrestre, em cada momento configuravam um arranjo especial que caracterizava um determinado período da história da Terra e da Humanidade. Relativamente obscuro no Ocidente, este geógrafo foi contudo divulgado em língua francesa, nos Annales de Géographie (1901).

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