Tsotsi é um filme inspirado no romance de Athol Fugard. A ação situa-se em Joanesburgo onde vive Tsotsi, um jovem de 19 anos, líder de um grupo de delinquentes, que agride a condutora de um automóvel para furtar o veículo. A constatação de que no seu interior reside um bebé leva-o a recordar-se da sua infância disfuncional, através de flashbacks,que o encaminham para a descoberta da sua faceta humana (reprimida pela crueldade que vivenciou). As suas memórias pemitem-no lembrar-se do seu verdadeiro nome, uma vez que Tsotsi significa criminoso, marginal negro, na linguagem usada nos subúrbios. Iniciar-se-á uma aventura que terminará com o protagonista a representar as figuras de uma família nuclear.

Nota: O filme foi galardoado com o Óscar para o melhor filme estrangeiro. http://www.youtube.com/watch?v=tX20lzOQwUo

 

Desgraça é uma obra cinematográfica resultante do romance, com o mesmo título, da autoria de J. M. Coetzee. David Lurie (o protagonista) é um professor universitário cuja vida profissional se desmorona após o seu envolvimento afetivo com uma das suas alunas. Tendo sido forçado a abandonar a Universidade da Cidade do Cabo, decide visitar a sua filha Lucy, com o objetivo de permanecer na sua quinta o tempo necessário para concluir a ópera inacabada de Lord Byron. Lucy é vítima de uma agressão brutal durante a sua estadia, o que o leva a repensar o seu papel parental e a sua relação com os restantes cidadãos sul-africanos outrora ostracizados pelo apartheid. http://www.youtube.com/watch?v=KviNxGny11s

     

 

 

Ciclo de conferencias mensais de Investigadores e Colaboradores do CEAUP sobre as várias temáticas que investigam.

As Conferencias serão na Faculdade de Letras do Porto, abertas à comunidade e de entrada livre.

 

CALENDÁRIO:

30 DE JANEIRO - 17H00 - SALA DE REUNIÕES - FLUP

J.P. GALHANO (CEAUP) - Antropologia e ecossistemas no Níger. Humanos, leões e espíritos da floresta na cultura gourmantché.

22  DE FEVEREIRO - 15H00 - SALA DE REUNIÕES - FLUP

PATRICIA SANTOS (UNIFESP/CEAUP) -  Educação para o Trabalho: trajetorias da Escola Industrial de Carapira- Moçambique ( 1964-1999).

21 DE MARÇO - 17H00 - FLUP - SALA DE REUNIÕES

HELIA SARAIVA (CEAUP) - A representação das pessoas com incapacidades e os seus enquadramentos na imprensa.

19 DE ABRIL - 17H30 - SALA 106A

CARLOS MENDES (IPVC) - Um Museu de Arte Colonial na Biblioteca: Arte Indígena Portuguesa de Diogo de Macedo e Luís de Montalvor (1934)

22 DE ABRIL - 15H30 - FLUP - SALA DE REUNIÕES

CARLA PRADO (CEAUP) - A diplomacia portuguesa e a guerra da independência da Argélia (1954-1962): prenúncio da questão colonial portuguesa 

24 DE MAIO - 14H30 - FLUP - SALA DE REUNIÕES

JOANA PASSOS  (Centro de estudos Humanísticos da Universidade do Minho) - O lugar das mulheres nas literaturas de África em português: geração fundadora, ramificações contemporâneas e vozes a oriente.

24 DE MAIO - 17H00 - FLUP - SALA 106A

ANA BALONA OLIVEIRA (CEC-FLUL /IHA-FCSH-UNL) - Out of Africa: arte moderna e contemporânea ‘e de’ África (e ‘no e do feminino’)

29 DE MAIO - 17H30 - FLUP

J.P. GALHANO (CEAUP) - Antropologia, Civilizações e Ecossistemas. Povos que vivem em biodiversidade total com leões, tigres ou lobos. Níger-Índia-Portugal

6 DE JUNHO - 18H30 - SALA 408 - FLUP

JOSÉ RAMIRO PIMENTA (CEAUP) - Cape Brazil - uma imaginação geográfica

11 JULHO - 17H30 - SALA REUNIÕES FLUP

JORGE ANTÓNIO - Filmar (em) Angola

30 OUTUBRO - 15H30 - SALA REUNIÕES FLUP

FRANCISCO TOPA (FLUP) - OLAVO BILAC (CEAUP) - TANIA ARDITO (CEAUP)

Do que falta descobrir na literatura de Cabo Verde: o exemplo de Guilherme da Cunha Dantas

3 DEZEMBRO - 15H00 - SALA 304

JORGE ROCHA (CIBIO - UP)

Biodiversidade humana na Bacia do Curoca (Angola). Uma chave para compreender o povoamento da África Austral

4 DEZEMBRO - 15H30 - SALA 208

JAIME RODRIGUES (EFLCH-UNIFESP / CEAUP)

Marinheiros africanos, forros e escravos no mundo do trabalho atlântico: Portugal, África e América portuguesa, c. 1760- c.1825

6 DEZEMBRO - 16H00 - SALA 301

LA SALETE COELHO (CEAUP e GEED/ESE-IPVC)

 

Erguer Pontes, tecer Futuros e Construir Alternativas: a Economia Social e Solidária como prática(s) de Educação para o Desenvolvimento

 

 

 

 

A NÃO PERDER: O 2.º CONGRESSO INTERNACIONAL DA HABITAÇÃO NO ESPAÇO

LUSÓFONO - 2.º CIHEL - DE 13 A 15 DE MARÇO DE 2013, NO LNEC EM LISBOA

 

O "desenvolvimento do território, da cidade e da promoção habitacional", no âmbito da lusofonia, são os grandes temas a discutir no 2.º CIHEL,um congresso internacional, organizado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, de 13 a 15 de março de 2013, associado a outras atividades, entre as quais um Workshop em 12 e 13 de março. Enriquecendo-se o leque temático e a dinâmica deste evento, a ele se associaram: o 1.º Congresso CRSEEL - Construção e Reabilitação Sustentável de Edifícios no Espaço Lusófono, promovido pelo Dep. Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa; e diversas atividades do CIALP - Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa

O 2.º CIHEL tem o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, é presidido pelo Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e conta já com importantes apoios, em desenvolvimento, designadamente, de entidades e técnicos de/o/a: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor, bem como de associações profissionais da lusofonia; apoios constantes nos ultimos artigos da revista Infohabitar , consultável em  http://infohabitar.blogspot.pt . Os apoios ao Congresso constam do site e do artigo: http://infohabitar.blogspot.pt/2012/12/2-cihel-habitacao-cidade-territorio-e.html

O 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL - vai reunir no Centro de Congressos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), um conjunto alargado de congressistas dos nove países lusófonos e um importante leque de conferencistas, empresários e responsáveis institucionais, com o objectivo de divulgar e discutir conhecimentos, e também de se constituir um fórum sociotécnico transnacional e falado em português, dirigido para a construção de laços fortes e duráveis de cooperação técnica e económica na respetiva grande área temática, seja pela realização em outros países da CPLP dos próximos congressos, seja pelo desenvolvimento continuado de outras atividades com forte caráter prático e utilidade socioeconómica.

São os seguintes os temas a tratar no 2.º CIHEL em 139 comunicações já entregues: a)programas e políticas urbanas e habitacionais; b) cidade habitada, território e ambiente; c) da urbanidade no espaço público à cidade informal; d) o habitar nas comunidades rurais: e) da habitação de interesse social à diversificação tipológica; f) integrar a reabilitação urbana e habitacional; g) sistemas, processos, tecnologias e materiais de construção; h) práticas de investigação e intervenção urbana e habitacional. Os temas abordados nas 139 comunicações já entregues e respetivas autorias estão disponíveis no seguinte link: http://infohabitar.blogspot.pt/2012/12/temas-do-2-cihel-as-135-comunicacoes-ja.html

Salientam-se as seguintes atividades associadas ao Congresso e realizadas na mesma semana de 11 a 16 de março de 2013:

. 1.ª reunião AICEP/CECP/CIHEL/ Instituto do Território/IT (com grupo de empresários lusófonos e inscrições por convite);

. Sessão Técnica promovida pelo Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa (CIALP), sobre prática profissional nos   países da lusofonia, com intervenção dos respetivos Bastonários e Presidentes;

. 1.º Workshop CIHEL, apoiado pela AICEP, pela SECP e pelo IT (inscrições em conjunto com  Congresso);

. Exposição de entidades e empresas em pequenos stands disponíveis no átrio do Centro de Congressos do LNEC, aberta a inscrições);

. inauguração portal informático lusófono, desenvolvido pelo IT e pelo LNEC;

. Visita técnica na zona de Lisboa (em estudo).

 

Por tudo isto julga-se que para muitos técnicos, industriais, investigadores, empresários, e outros decisores será importante a participação no 2.º CIHEL, com inscrições abertas no site do Congresso, em: http://2cihel.lnec.pt/

É possível ainda reservar pequenos stands de exposição no átrio do congresso.

A frequência conjunta do workshop e do Congresso tem condições especiais para estudantes; incluindo-se os arquitectos recém-licenciados e a realizarem a formação obrigatória - o conjunto Workshop e Congresso representa um total de 8 créditos de Formação em Temáticas Opcionais de ingresso na O.A.

Lisboa e LNEC, janeiro de 2013

António Baptista Coelho, Investigador Principal do LNEC, Presidente da Comissão Organizadora do 2.º CIHEL

Paulo Tormenta Pinto, Professor Arq.º ISCTE-IUL, Presidente da Comissão Científica do 2.º CIHEL

 

Informações, correspondência e pedidos de esclarecimento dirigidos a:

LNEC|Apoio à Organização de Reuniões Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Av. de Brasil 101 | 1700-066 LISBOA  Tel.: 21 844 34 83 | Fax: 21 844 30

 

 

PROGRAMA

9H30 – Abertura

9h45 – Refletindo sobre uma experiência de cooperação em educação – historial do trabalho do Gabinete de Estudos para a Educação e Desenvolvimento (GEED)

11h00 – Das intenções à prática: interrogações à volta de modelos de assistência técnica a projetos – PASEG II (Guiné-Bissau) e SABER MAIS (Angola)

12h15 – A relevância de outras agendas internacionais na arquitetura da cooperação: a comunidade de língua portuguesa no seio da Rede Interinstitucional para a Educação em Situação de Emergência (INEEE)

 

13h00- intervalo para almoço

 

14h30 – A outra face da moeda: educar para o desenvolvimento no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento

15h30 – Qualidade e Cooperação: lições aprendidas, oportunidades e desafios

18h00 – Síntese dos trabalhos, recomendações e perspetivas de futuro

 

 

ORGANIZAÇÃO

CIIE (Áreas 4 e 1)/ FPCEUP (Centro de Investigação e Intervenção Educativas/Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto)

CEAUP (Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto)

 

 

  

     

 

 

Organização: CEAUP/FPCEUP

 

Enquadramento:

Numa época de grandes mudanças na arquitetura da cooperação para o desenvolvimento em educação no nosso país, urge refletir criticamente sobre os modelos e mecanismos de cooperação em educação a partir, não só da sistematização de experiências no terreno, mas também à luz das atuais tendências internacionais que veiculam outros modelos de atuação e novas abordagens de mudança em educação. Torna-se, portanto, muito urgente que sejam ouvidas outras vozes que ilustrem discursos e práticas da diferença em cooperação, colocando a tónica na criação conjunta de conhecimento sobre educação, cooperação e desenvolvimento que possa contribuir para elevar a qualidade e relevância de iniciativas para o desenvolvimento através da educação e da formação.

Esta conferência de trabalho pretende, por um lado problematizar, congregando atores do Norte Global e do Sul Global, os conceitos e práticas de cooperação em educação, encontrar respostas para a implementação efetiva de projetos no terreno, revisitar lições aprendidas e ir ao encontro de outros atores, agendas e contextos. Por outro lado, deverá ser um espaço de reflexão sobre a compreensão das questões complexas do desenvolvimento no âmbito da cidadania global, visto que vai analisar o estado da educação para o desenvolvimento em Portugal no quadro da implementação da Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (ENED).

 

Objetivos:

- Repensar os conceitos e modelos de cooperação para o desenvolvimento em educação à luz das tendências atuais e tendo em conta também as perspetivas dos atores, contextos e agendas nacionais e locais;

- Refletir criticamente sobre projetos e programas de cooperação para o desenvolvimento em educação, a partir de experiência de implementação de projetos em contexto africano;

- Analisar modelos de apoio à educação e de desenvolvimento de capacidades no contexto de países frágeis;

- Analisar conceitos e práticas de ED em Portugal no quadro da implementação da ENED;

- Fomentar sinergias com outras instituições interessadas na temática de Cooperação para o Desenvolvimento em Educação, em Educação Internacional e Comparada e em Educação para o Desenvolvimento no âmbito da Cidadania Global.

 

Dia 14

9h00 – Receção dos participantes

9h30 – Sessão de abertura: CEAUP e FPCEUP

10h00 - Tema 1. Educação para o Desenvolvimento no âmbito da Cidadania Global


Conferência 1. Educação para o Desenvolvimento - conceitos, evolução

 - Manuela Mesa, Espanha

Moderação: Alexandra Sá Costa, CIIE/FCEUP

11h30 - Intervalo

11h45 - Painel 1. Implementação das Estratégias de Educação para o Desenvolvimento (ED)

 Moderação: António Torres, CICL


ED em Portugal: Conceitos e Práticas - Luísa Teotónio Pereira, CIDAC 
Implementação da Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (ENED) em Portugal - La Salete Coelho, ESE-IPVC/CEAUP
Visões da ED na Galiza - José Manuel Perez, Solida

13h00 - Almoço

 

14h30 - Tema 2. Educação, participação e desenvolvimento


Conferência 2. Educação, participação e desenvolvimento rural: o caso da Guiné-Bissau -Alexandre Furtado, Fundação para a Educação e Desenvolvimento, Guiné-Bissau

Moderação: João Caramelo, CIIE/FPCEUP

16h00 - Intervalo

16h15 - Painel 2. Educação e Desenvolvimento: que papel para a cooperação? Apoio à Educação em contexto de fragilidade - o papel das ONGD

Moderação: Miguel Filipe Silva, CEAUP 

Experiência da FEC  - Telma Santos
Experiência do IMVF - Teresa Santos
Experiência dos Leigos para o Desenvolvimento - Sara Borges
Experiência de uma ONG da Galiza - José Manuel Perez

17h30 - Apresentação do livro: Manual de Cooperação para o Desenvolvimento - Luis Rodrigues, INA

18h00 - Apresentação e debate do documentário: Shanty Town Cinderellas (Benitha Vlok, 2011, África do Sul)  - Hélia Saraiva, CEAUP;  Júlio Santos, ESE-IPVC/CEAUP; João Caramelo – CIIE/FPCEUP

 

 

Dia 15

9h30 - Tema 3. Educação como resposta humanitária
Conferência 3. Como apoiar a educação em contexto de fragilidade? A experiência da INEE - Peter Transbourg, INEE Paris

Moderação: Júlio Santos, ESE-IPVC/CEAUP

11h00 - Intervalo

11h15 - Grupos de trabalho
Grupo de trabalho 1. Educação para o Desenvolvimento no âmbito da Cidadania Global 
Grupo de trabalho 2. Educação e Desenvolvimento: que papel para a cooperação? 
Grupo de trabalho 3. Educação como resposta humanitária

13h00 - Almoço

14h30 - Apresentação das conclusões e recomendações dos grupos de trabalho

Moderação: Teresa Medina, CIIE/FPCEUP

 

16h30 - Encerramento

 

INSCRIÇÕES:

Publico em geral: 10€

Estudantes: 5€

 

DADOS PARA PAGAMENTO:

CENTRO DE ESTUDOS AFRICANOS UP.

CAIXA GERAL DE DEPOSITOS

CAMPO ALEGRE

4150 PORTO

NIB     0035 0194 00002032530 53

IBAN    PT50 0035 0194 00002032530 53

BIC SWIFT       CGDIPTPL

 

 Agradecemos o envio do comprovativo de pagamento para o mail (Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.), bem como a identificação do remetente aquando da transferência bancária. Para os estudantes: por favor enviar igualmente o comprovativo de estudante. Todos os que fizerem um prévio pagamento, deverão conservar o recibo do CEAUP e apresentá-lo no dia do Colóquio.

 

16 de Maio 2013

Anfiteatro Nobre - FLUP

 

 

09h30 – Sessão de abertura e distribuição da documentação aos participantes

 

10h00-11h00

Painel 1 : A base material do Estado Colonial I

Philip Havik (Univ. Nova de Lisboa) - Administration, Extraction and Citizenship: rethinking the 'colonial state' in former Portuguese Africa

Paul Nugent (Centre of African Studies, University of Edinburgh ) - Taxes and State-Making: Comparing Colonial Projects in West Africa c.1900-1960

Luís Madeira (Univ. Beira Interior) – Decisão na metrópole, execução no Ultramar. O orçamento do Estado Colonial Português

 

11h00-11h30 – Debate

 

11h30-11h45 – Intervalo

 

11h45-12h45

Painel 1 : A base material do Estado Colonial II

Maciel Santos (CEAUP) - As “granjas do Estado” - burocracia e “economia natural” na administração colonial portuguesa (1908-1936)

Jean Gormo (ENS- Meroua/CEAUP) - Impôt de capitation et  travail forcé au Cameroun sous administration coloniale française

Ndiouga Benga (Université Cheikh Anta Diop, Dakar) -  On ne nous laisse rien ! Le régime financier et fiscal, enjeu de la gestion municipale à Rufisque, Sénégal (1924-1942)

 

12h45-13h15– Debate

 

13h15-14h30 - Almoço

 

14h30-15h10

Painel 2 : Políticas e instituições - orgânica administrativa

Bruno Fonseca (CITCEM-UM) - O Gabinete dos Negócios Políticos: um Gabinete ao Serviço da Politica Colonial?

Martinho Pedro (Univ. Pedagógica, Maputo) - Funcionalidade sistémica dissimétrica do Estado colonial Português em Moçambique. Um estudo a partir do então Distrito de Moçambique

 

15h10-15h40 – Debate

 

15h40-15h55 – Intervalo

 

 

15h55 – 16h35

Painel 3: Politicas e instituições - sistemas jurídicos coloniais e locais

Manuela Assis - Sistemas Jurídicos e Judiciais. Os Tribunais Coloniais e a aplicação da Justiça aos Indígenas

Fernanda Thomaz (Universidade Federal Fluminense) - Um tribunal na implantação do Estado colonial em Cabo Delgado

 

16h35–17h05 – Debate

 

17h05 -17h20 - Intervalo

 

17h20-18h20

Painel 4: Políticas e instituições - serviços de saúde

Ana Roque (IICT – Centro de História) – Os serviços de saúde em Moçambique na viragem do século XIX: Limitações, dificuldades e imprevistos na sua atuação

Carolina Maira G. Morais (Casa de Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz, Brasil) - Saúde como política colonial: o serviço de saúde da colonia de Moçambique entre 1933 e 1975

Jean Gormo e Mve Belinga (ENS- Meroua) -  Médecine occidentale au Cameroun sous administration française : entre heurts et stratégies d’implantation

 

18h20-18h50 – Debate

 

18h50 - Visita à Exposição “Operações Militares no Distrito da Huíla - 1908” – Biblioteca da Faculdade de Letras do Porto

 

19h15 - Reunião do Projecto “Estado Colonial”.

 

***************************************************************************

 

17 de Maio de 2013

Anfiteatro Nobre – FLUP

 

 

09h30-10h30

Painel 5 : Politicas e instituições -  o aparelho político-militar colonial I

Arlindo Caldeira (CHAM, Universidade Nova de Lisboa ) - O telégrafo, o telefone e o motor de explosão como armas de guerra na ocupação portuguesa do Sul de Angola (1904-1915)

Celia Taborda (Univ. Lusófona do Porto/CEAUP) - Revoltas contra o Estado colonial português na Índia: o caso de Satari

Colette Dubois (Université d’Aix et de Marseille)- Travail forcé en temps de guerre : le portage militaire durant la Campagne du Cameroun (1914-1916)

 

10h30-11h00 - Debate

 

11h00-11h15 – Intervalo

 

11h15-11h55

Painel 5 : Politicas e instituições -  o aparelho político-militar colonial II

Carla Prado (CEAUP) - “The Vile Hand of Torture” : o exército francês durante a guerra de independência da Argélia (1958-1962)

Iolanda Vasile (CES – Univ. Coimbra) - O Estado colonial no seu último sopro: sobre os aliados de Portugal no contexto da Guerra Fria (1961-1974)

 

11h55-12h25 - Debate

 

12h25-14h30 – Almoço

 

14h30-15h30

Painel 6 : Politicas e instituições - administração colonial e populações locais

Adam Mahamat (ENS- Meroua ) - Ouvrages coloniaux et phénomènes migratoires au Nord Cameroun

Samuel Coghe (European University Institute, Florence/MPI for the History of Science, Berlin) - Reordering Colonial Society - Model Villages and Population Politics in Portuguese Angola, 1920s-1940s

Augusto Nascimento (IICT- Lisboa) - Administração colonial em São Tomé e Príncipe durante o Estado Novo: a produção do acatamento da autoridade, da reverência e do apaziguamento social e político

 

15h30-16h00 – Debate

 

16h00-16h15 – Intervalo

 

16h15–17h15

Painel 7: Políticas e instituições - políticas de aculturação I

Alexis Diagne Thevenod (Université Paris-Sorbonne) - L’Etat colonial face à l'altérité linguistique: (il)logiques d'inclusion et d'exclusion

Maria de Fatima Moura Ferreira (CITCEM-UM) - Dos Estudos Gerais às Universidades ultramarinas:ressonâncias políticas, coloniais e sociais a partir do caso da universidade de Lourenço Marques na década de 60

Marcos Coelho (Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP) - A Comissão de Caça de Lourenço Marques e a regulamentação da caça pelo Estado Colonial em Moçambique

 

17h15-17h45 - Debate

 

17h45 – 18h25

Painel 7: Políticas e instituições - politicas de aculturação II

Caio Simoes de Araújo (Institute for International and Development Studies, Geneva) - Beyond the Empire: Race, Ethnography and the Colonial State in Angola

Alberto Oliveira Pinto (CEsA/ISEG – UTL) - A voz colonial em coexistência com a voz nacional na literatura e na música angolana dos anos de 1950/60

 

18h25-18h55– Debate

 

19h00 – Encerramento

 

 

 

 

 

 

***********************************************************************************************************************

Mas o chefe de posto não foi lá colocado só para observar a natureza e proceder a estudos etnográficos, botânicos, geológicos ou linguísticos. Ele tem por missão administrar. Traduza-se esta palavra… administrar é, afinal, em vista dos interesses superiores da civilização, impôr regulamentos, limitar as liberdades particulares em beneficio das liberdades colectivas, cobrar impostos.

 

  1. Angoulvant, La Pacification de la Côte d’Ivoire. Paris, 1916 (citado em Suret-Canale, Afrique Noire, Occidentale et Centrale – L’ére coloniale (1900-1945),Paris, 1964, p. 129).

 

Esta definição do verbo “administrar” dada em 1916 por um antigo governador da Costa do Marfim , seria certamente consensual entre as diferentes administrações coloniais da época. Para todas as regiões tropicais que então integravam impérios coloniais, fosse qual fosse o seu estatuto jurídico, o contato cultural com a “civilização” seria feito, mais tarde ou mais cedo, através de um corpo administrativo específico – o Estado colonial.

 

Nas últimas décadas, a análise histórica da época colonial teve, tanto no caso português como dos restantes casos, avanços decisivos. Além disso, a conceptualização do Estado é um tópico do pensamento político moderno de tal modo glosado que dispensa qualquer chamada de atenção. No entanto, o Estado colonial não resultou de uma transposição das instituições metropolitanas para as regiões do mundo a si anexadas. O seu modo de funcionamento, os fundos que o financiavam e alguns dos seus objectivos diferenciavam-se substancialmente do Estado na metrópole. Os dois aparelhos políticos podiam até funcionar separadamente, como aconteceu durante a 2ª guerra mundial, visto que as mudanças de regime (mesmo constitucionais) na metrópole não se reflectiam simetricamente nas administrações coloniais.

 

As ciências sociais, políticas e históricas, podem, hoje mais do que nunca, aproveitar a especificidade do Estado colonial para uma reflexão crítica sobre a génese e o funcionamento dos aparelhos políticos na época contemporânea.

 

É com esta intenção que o CEAUP organiza um primeiro encontro específico sobre a problemática do Estado colonial.  A primeira edição será exploratória e visa sobretudo a constituição de uma rede de pesquisa que, inicialmente, estará centrada sobre o Estado colonial português. Contudo, e uma vez que a riqueza do tema depende sobretudo da perspectiva comparada, as outras experiências coloniais são parte integrante deste objecto.

 

Esta iniciativa pretende ser a primeira de uma série de colóquios sobre o período colonial moderno cujas sub-temáticas a explorar serão mais sistematizadas e diversificadas nas próximas edições. Seguem alguns dos tópicos que poderão, não necessariamente por esta ordem, justificar a realização de encontros específicos:

 

1)    Aparelhos políticos e organização territorial 

2)    Sistemas fiscais

3)    Sistemas jurídicos e judiciais 

4)    Sistemas de ensino, incluindo a integração das missões religiosas

5)    Sistemas de saúde 

6)    Redes de comunicação (dos transportes às emissões radiofónicas, etc)

7)    Organização laboral 

8)    Aparelhos policiais e militares

9)    Relações “externas” (interacção metrópole-colónias, das colónias entre si, com organizações multilaterais, etc)

 

Propomos que o primeiro destes encontros sirva principalmente para aferir as linhas de pesquisa onde a investigação se faz já com maior incidência e que deste modo, os investigadores que desejem participar o façam segundo as suas pesquisas em curso, sem limitações temáticas.

 

 A organização está também consciente de que o prazo limite para a chamada de comunicações (8 de Abril) deste primeiro encontro corre o risco de o tornar menos representativo, mesmo considerando apenas o universo da pesquisa realizada em Portugal. Consideradas as vantagens que, para a constituição de uma rede de trabalho, resultarão de ter uma ampla participação tão cedo quanto possível, julgamos que é uma opção plenamente justificada.

 

De acordo com política seguida em outros colóquios internacionais do CEAUP, haverá uma publicação a partir dos materiais apresentados.

 

Prazo limite para a apresentação de proposta de comunicações (resumos em português e inglês - cada um até 1500 caracteres) : 8 de Abril de 2013

Prazo para a validação da Comissão Científica: 15 de Abril de 2013

 Línguas de trabalho: Português, Inglês, Francês

 

Comissão Científica: Alexander Keese,  José Capela, Maciel Santos, Philip Havik.

 

 _____________________________________________________________________________

 

INSCRIÇÕES:

 

As inscrições para o Colóquio em epígrafe deverão ser enviadas para o email:

Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 com indicação clara de nome, morada, número fiscal (obrigatório) e comprovativo de transferência bancária de pagamento. Os recibos de pagamento serão entregues nos dias do Colóquio na banca do CEAUP. Os dados para a transferência são:

 

CENTRO DE ESTUDOS AFRICANOS U.P.

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS

 CAMPO ALEGRE

4150 PORTO 

NIB     0035 0194 00002032530 53

IBAN    PT50 0035 0194 00002032530 53

BIC SWIFT       CGDIPTPL

 

Valor para público em geral: 10€

Gratuito para Estudantes - sem necessidade de inscrição prévia.

 

 ___________________________________________________________________________________

 


THE COLONIAL STATE - GENUS OR SUB-SPECIES?
International Seminar


Date: 16th & 17th May 2013
Venue: Anfiteatro Nobre - Faculdade de Letras da Universidade do Porto

"But the chefe de poste was not appointed to observe nature and to carry out ethnographic, botanical, geological or linguistic studies. He is expected to administrate. The translation of this word….administrate is, essentially, taking into account the superior interests of civilization, to impose regulations, to limit private to the benefit of collective rights and collect taxes."(1)

 (1) G. Angoulvant, La Pacification de la Côte d’Ivoire. Paris, 1916 (quoted from J. Suret-Canale, Afrique Noire, Occidentale et Centrale – L’ére coloniale (1900-1945), Paris, 1964, p. 129).


This definition of the verb 'to administrate' given in 1916 by a former governor of the Ivory Coast, would no doubt have been commonly accepted among the different colonial administrations at the time. In the case of all tropical regions which then formed part of colonial empires, whatever their legal status, cultural contacts with 'civilization' fell under the control of a specific administrative institution/corpus, i.e. the colonial state. Over the last decades, the historical study of the colonial period has advanced considerably, both in the case of the Portuguese and other empires. However, the concept of the colonial state did not emanate from a transposition of metropolitan institutions to the different parts of globe it annexed. Its mode of operation and funding and some its basic aims differed substantially from the metropolitan 'mother' state. The two political apparatuses could indeed function separately, as happened during WWII, while the regime changes (also constitutional reforms) in Europe were not symmetrically reflected in colonial administrations.
Currently, political, economic, historical, anthropological sciences find themselves in a privileged position to reflect upon the specific nature of the colonial state and produce a critical assessment on the origins, the operation and the evolution of the modern colonial state. 
It is with this intention that the CEAUP organizes the first of a series of meetings to discuss the subject of the colonial state. This first meeting will be of an exploratory nature, and is meant, above all, to establish a research network, which initially, will focus on the colonial state itself. However, with time, and owing to the great diversity of issues and in view of the fact that the diversity of the subject matter is greatly enhanced by a comparative approach, other experiences associated with the colonial period will become an integral part of this debate. 

The themes which will be discussed over time in a more systematical fashion are quite diverse; the list given below for example, but not necessarily in this order, may serve as a guideline for general themes for future meetings. 
1) Political apparatuses and territorial organization
2) Fiscal systems
3) Legal and judicial systems 
4) Educational systems, including religious missions
5) Public health systems
6) Transport and communication networks 
7) Organization of labour 
8) Coercive apparatuses (Armed Forces, Police, Secret services)
9) External and foreign relations (interaction between metropolis and colonies, between the different colonies, and with multilateral organizations, etc)

We propose that the first of these meetings mainly serve to establish the principal foci regarding the study of the colonial state which are already the subject of research, thereby allowing researchers who wish to take part to present their work in progress, without thematic limitations. Indeed, the organizers are quite aware that the (relatively short) deadline of the present call for paper submissions of this first meeting does not allow for a more elaborate approach at this stage. Nevertheless, taking into account the advantages resulting from the establishment of a research network, we wish to highlight the importance of obtaining a broad response to this call as soon as possible which will create the conditions for an informative, exploratory debate on the issue at this juncture.

In accordance with the policy applied to previous international seminars organized by the CEAUP, a publication will be published with some of the presented papers.

Deadline for the submission of abstracts (one in English and another in Portuguese up to 1500 characters each): 8th April 2013

Deadline for the acceptance of papers by the Scientific Committee: 15th April 2013

Languages: Portuguese, English and French.

 

Scientific Committee: Alexander Keese, Philip Havik, José Capela, Maciel Santos.

 

 

L'ÉTAT COLONIAL: GENRE OU SOUS-ESPÈCE?

COLLOQUE INTERNATIONAL 

Date: 16 & 17 mai 2013

Place: Anfiteatro Nobre - Faculdade de Letras da Universidade do Porto

 

Mais le chef de poste n’était pas y placé seulement pour observer la nature et procéder à des études ethnographiques, botaniques, géologiques ou linguistiques. Sa mission est d’administrer. On traduit ce mot … administrer est, après tout, et en vue des intérêts supérieurs de la civilisation, imposer des règlements, limiter les libertés individuelles particulières en bénéficie des collectives,  recevoir les impôts.

  1. Angoulvant, La Pacification de la Côte d’Ivoire. Paris, 1916 (cité en Suret-Canale, Afrique Noire, Occidentale et Centrale – L’ère coloniale (1900-1945), Paris, 1964, p. 129).

 

Cette définition du verbe “administrer” donné en 1916 par un ancien gouverneur de la Cote d’Ivoire serait certainement consensuelle parmi les différentes administrations coloniales de l’époque. Avec tous les régions tropicales que intégraient alors les empires coloniaux, n’importe leur statut juridique, le contact culturel de la “civilisation” serait fait, plus tôt ou plus tard, à travers un corps administratif spécifique – l’État colonial.

 

Pendant les dernières décades, l’analyse historique de l’époque coloniale a eu, aussi dans le cas portugais comme dans les autres, des avances décisives. D’ailleurs, la conceptualisation de l’État est un topique de pensé politique moderne si glosé qu’il dispense des nouvelles lectures. Pourtant, l’État colonial n’était pas le résultat d’une transposition des institutions métropolitaines vers les régions du monde que lui était annexées. Son mode de fonctionnement, les fonds que le finançaient  et une partie de ses objectifs se distinguaient substantiellement de ceux de l’État métropolitain. Les deux appareils politiques pouvaient même fonctionner séparément, comme pendant la 2ème guerre mondiale, puisque les changements du régime (même les constitutionnelles) dans la métropole ne se réfléchissaient pas symétriquement dans les administrations coloniales.

Cette spécificité de l’État colonial le rend très utile aux sciences sociales, politiques et historiques pour une réflexion critique sur la genèse des appareils étatiques politiques dans l’époque contemporaine. C’est avec cette intention que le CEAUP organise un premier rencontre spécifique  sur cette thématique de l’État colonial. La première édition sera un but exploratoire et prétend, surtout, d’établir des bases d’un réseau de recherche centré, initialement, sur l’État colonial portugais. Pourtant, et parce que la richesse du thème dépend surtout de la perspective comparée, les autres expériences coloniales font partie intégrale de cet objet.

Cette initiative prétend donc devenir la première d’une série de colloques sur les appareils étatiques de la colonisation moderne dont les sous-thématiques seront déployées dans les prochaines éditions. Ci-dessous des topiques qui pourront, non nécessairement par cette ordre, justifier la réalisation des rencontres spécifiques :

1) Appareils politiques et organisation territorial;

2) Systèmes fiscales;

3) Systèmes juridiques et judicieux;

4) Appareils idéologiques;

5) Systèmes d’enseignement (missions religieuses inclues);

5) Systèmes de santé; 

6) Réseaux de communication (des transports aux émissions radiophoniques);

7) Organisations  du travail;

8) Appareils répressifs (policier et militaire);

9) Relations "externes" (interaction métropoles-colonies, des colonies entre elles-mêmes et avec les organisations multilatérales, etc)

 

On propose attribuer à premier Colloque comme tâche majeure l’identification des lignes de recherche qui ont déjà des résultats accomplis dans ce champ scientifique. Ainsi, les chercheurs qui veuillent y participer pourront le faire selon ses propres recherches en cours, sans limitations thématiques.

La commission organisatrice a conscience que le délai fixé pour la présentation des communications (8 avril) est limitatif et que cette première édition ne sera pas représentative, même si on considère seulement la recherche développée au Portugal. Cependant, on considère que les avantages apportés par une ample participation à la constitution d’un réseau de travail justifient ce choix.

On prévoit une publication à partir des matériels présentés, selon la politique éditoriale du CEAUP.

Présentation des résumés en français et anglais - 1500 caractères per résumé : 8 avril 2013

Validation de la Commission Scientifique: 15 avril 2013

Langues de travail: Portugais, Français et Anglais.

Commission Scientifique: Alexander Keese, José Capela, Maciel Santos, Philip Havik.

 

 

 

 

PROGRAMA

 

DIA 7 DE FEVEREIRO

14h30 – Sessão de abertura e distribuição da documentação aos participantes  

 

15h00-15h40

Painel 1 -  Visões Gerais

Conceição Lopes (Univ. Coimbra)): Arqueologia Africana:  uma perspectiva de desenvolvimento

Adriano Vasco Rodrigues (CEAUP):  Trabalhos arqueológicos em Angola

  

15h40-16h10 – Debate

 

16h10-16h30 – Coffee Break

 

16h30-17h30

Painel 2 – Contributos interdisciplinares

Luiz Oosterbeek (Inst. Politécnico de Tomar): Arqueologia da Paisagem em Angola: das materialidades às dinâmicas territoriais 

Helena Benjamim (Museu Nacional de Arqueologia de Benguela): Pesquisas etnoarqueologicas sobre a cerâmica arqueológica angolana

Sandra Oliveira: Biodiversidade Humana no Sul de Angola: uma chave para compreender o povoamento da África Austral

 

17h30–18h00 – Debate

 

 DIA 8 DE FEVEREIRO

 

15h00-16h00

Painel 3 -  Projectos Angolanos – Norte e Centro

 

Manuel Gutierrez (Univ. Sorbonne) - Actualidade da pesquisa em prehistoria: as estações de Dungo IV

 Cristina Martins (Grupo "Quaternário e Pré-História" do Centro de Geociências, Instituto Terra e Memória) - A investigação arqueológica no Ebo (Kwanza Sul, Angola)

 Mª Piedade Jesus (Museu Nacional de Arqueologia de Benguela) - Pesquisas Arqueológicas Recentes em Benguela – Angola

 

16h00-16h30 – Debate

 

16h30-16h50 – Coffee Break

 

16h50-17h50

Painel 4 -  Projectos Angolanos – Sul

Nelson Rebanda - Das potencialidades arqueológicas da bacia do Curoca/deserto do Namibe para um estudo diacrónico desde a Pré-História Africana ao período colonial

Benjamim Fernandes (Departamento de Cultura do Namibe) - Arte Rupestre da Província do Namibe- Uma abordagem sobre a situação geral, entre os anos 2006/2012

Soraia Ferreira (Museu Regional da Huíla) –  Os recintos muralhados da Província da Huíla

 

17h50–18h20 – Debate

 

Local: Sala de Reuniões - Faculdade de Letras do Porto, Portugal

ENTRADA LIVRE.

 

Organização:

CEAUP

Faculdade de Letras da Universidade do Porto

Via Panorâmica s/n 4150-564 Porto

telef: +351226077141

fax: +351226091610 e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

URL: http://www.africanos.eu

 

Apoio :

Instituto Terra e Memória – Instituto de Geociências Grupo de Quaternário e Pré-História

 

Fundação para a Ciência e Tecnologia

 

 

FOTO: Major João de Almeida

 

O CEAUP, o Centro de Audiovisuais do Exército e a Biblioteca da FLUP apresentam a exposição “Operações Militares em Angola – 1908”. Trata-se de uma colecção de 29 fotografias inéditas, tiradas durante as expedições militares realizadas na região centro-norte de Angola. Esta exposição será completada por uma outra, a apresentar brevemente, também na FLUP, sobre as Guerras do Sul de Angola em 1907.

 

A exposição encontra-se patente no 2º piso da Biblioteca da FLUP de 16 de Maio a 14 de Junho.

Apoio

Unidade I&D integrada no projeto com referência UIDB/00495/2020 (DOI 10.54499/UIDB/00495/2020) e UIDP/00495/2020.

 

Contactos

Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto
Via panorâmica, s/n
4150-564 Porto
Portugal

+351 22 607 71 41
ceaup@letras.up.pt