Sistemas coloniais e descolonizações - transições e guerras coloniais (1900-1974)

 

Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto  

27/28 Maio 2011 


Organização:
Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto 
Instituto de História Contemporânea da FCSH/UNL

 


Coordenação:
Maciel Santos (CEAUP)
Manuel Loff (IHC da CSH/UNL)

 

PROGRAMA


6ª Feira, 27 de Maio

 


Administrações coloniais e descolonizações - representações ideológicas e práticas políticas


14h30 - Abertura


15h00 - Painel "Sistemas e Práticas Coloniais"


Maciel Santos (CEAUP) - Os orçamentos coloniais portugueses (1900-1910) - guerra e impostos


Jean Gormo (CEAUP / Univ Meroua) - L'administration coloniale française et l'exploitation minière au Cameroun (1930-1974)


Colette Dubois (CEMAF/Aix-en-Provence) - Une émancipation tardive d'un territoire français en Afrique subsaharienne : le cas particulier de la république de Djibouti (juin 1977)


17h00 - Painel "Processos de descolonização"


Nizar Tajditi (Univ. Tetouan)- Quelques aspects de la décolonisation au Maroc


Alexander Keese (CEAUP) - Do instrumento ao automatismo: os administradores coloniais e a organização do trabalho forçado em Angola e África equatorial francesa, 1926-1961


José Capela (CEAUP) - O caso de Moçambique: do estado colonial moderno à independência.

 

 

Sábado, 28 de Maio


O caso português - ditadura, guerra colonial e descolonização


9h00 - Luís Reis Torgal, (CEISXX)- O problema colonial na crise do Estado Novo: o discurso do poder


9h30 - Fernando Rosas, (IHC, FCSH/UNL)- A nova centralidade política da guerra colonial


Pausa 10h30 - Manuel Loff (IHC, FLUP)- A Guerra Colonial (1961-74): representações recentes


10h55 - Anabela Silveira (IHC, Curso Doutoramento História FLUP)- A Baixa de Cassange: prenúncio da luta armada?


11h20 - Luciana Soutelo (IHC, Curso Doutoramento História FLUP)- A memória da guerra e da descolonização nos 15º e 20º aniversários do 25 de Abril


11h45 - Debate


Pausa


12h30 - Silvestre Lacerda (DGArq)- Arquivos de interesse para o Colonialismo português contemporâneo

 

ENTRADA LIVRE NÃO SUJEITA A INSCRIÇÃO

 

Orlando Ribeiro de regresso à Guiné-Bissau

No dia 3 de fevereiro, a obra “Cadernos de Campo- Orlando Ribeiro, Guiné 1947”, da coleção “Experiências de África- serie Orlando Ribeiro” organizada pelo CEAUP e editada pela Húmus, foi apresentada na Guiné-Bissau, no Centro Cultural da Embaixada de Portugal naquele País.

A apresentação do livro foi presidida pelo Dr. João Ribeiro Butiam Có, Diretor-Geral do Ensino Superior, Ciência e Investigação Científica, e investigador do CEAUP, em representação do Ministério da Educação, Ciência, Juventude e Desportos da Guiné-Bissau e pela Dr.ª. Ermelinda Aredo, adida cultural da embaixada portuguesa neste País.

 A presença guineense no evento foi reforçada pelo Dr. Rui Jorge Semedo, investigador do CEAUP, que apresentou esta obra, destacando a sua atualidade e importância no contexto do conhecimento da geografia e da etnografia guineense. A sua relevância para estudantes e professores guineenses foi também enfatizada no decurso da apresentação.

Na sala estiveram algumas personalidades da ciência e da literatura guineenses, destacando-se o deputado e poeta Conduto de Pina e o escritor Abdulai Sila, que mostraram o seu contentamento de ver este livro apresentado na Guiné-Bissau e  a sua vontade de acederem aos restantes livros desta série - cadernos de campo do autor em Angola, Moçambique e Cabo Verde. A mesma vontade foi expressa pelo Dr. Gaspar Florêncio, adido de imprensa e cultura da embaixada de Angola, na Guiné-Bissau.

O representante do CEAUP, Miguel Filipe Silva, terminou a apresentação afirmando que com esta realização se cumpre o desejo do autor e da sua família de devolver este trabalho a quem também muito pertence – a nação guineense.

 

      

 

  

Ciclo de conferencias mensais de Investigadores e Colaboradores do CEAUP sobre as várias temáticas que investigam.

As Conferencias serão na Faculdade de Letras do Porto, abertas à comunidade e de entrada livre.

 

Calendário:

8 FEVEREIRO: PATRICIA SANTOS - Problemáticas da Missão Comboniana na África Oriental

FLUP - sala 203 - 18h00 

14 MARÇO: ADRIANO VASCO RODRIGUES (CEAUP) - Arqueologia Angolana

FLUP - sala 203 - 17h00

19 ABRIL: NUNO COSTA (CEAUP) - Ciência, divulgação e representação das colónias

FLUP - Anfiteatro 2 - 17H00 

11 MAIO: MACIEL SANTOS -  Borracha e tecidos em Angola (1886-1932): o efeito renda 

FLUP  - Sala de Reuniões - 17H00

1 JUNHO: - COLETTE DUBOIS (CEMAf - Aix-en-Provence) -  “La mer Rouge dans la mondialisation ”

FLUP - Sala 304 (3º Piso) - 17h30 

11 JUNHO: MADALINA FLORESCU (CEAUP) - Influencia das Encíclicas do Vaticano II na arquidiocese de Luanda

FLUP - Sala de Reuniões - 17H00

3 JULHO: FERNANDO AMARO MONTEIRO - Moçambique 1964-1974. O factor mítico-religioso e a guerra.

FLUP - Sala de Reuniões - 17H00

16 OUTUBRO - MÁRIO DO ROSÁRIO ( Coordenador do Curso de ARQUITECTURA e URBANISMO no Instituto Superior de Ciência e Tecnologia de Moçambique) - Repensar Arquitectura em Moçambique e na região

FLUP - Anfiteatro Nobre - 11h00

24 OUTUBRO: GABINETE DE ESTUDOS PARA A EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO (INST. POLITÉCNICO DE VIANA) Cooperação e Educação para o Desenvolvimento: o modelo de Assistência Técnica de Proximidade

FLUP - Sala de Reuniões (2º Piso) - 17H00 

27 NOVEMBRO: DAVID VIANA ( ESAP / ESG / CEAUP ) - Problemáticas urbano-habitacionais em Moçambique

 FLUP - Sala de Reuniões (2º Piso) - 17H00

12 DEZEMBRO: ISABEL GALHANO (FLUP) - Filme documentário, filme etnográfico
e documentação linguística

FLUP - Sala de Reuniões (2º Piso) - 17H30

 

TRABALHO FORÇADO AFRICANO

AS REPRESENTAÇÕES IDEOLOGICAS DA ÉPOCA COLONIAL

AFRICAN FORCED LABOUR

THE IDEOLOGICAL REPRESENTATIONS

OF THE COLONIAL AGE

 

FACULDADE DE LETRAS DO PORTO- A. NOBRE
10h00-18h30 - 17/18 NOV. 2011

Apresentação:

A utilização do trabalho forçado pelas administrações coloniais permitiu estabelecer com custos mínimos a infra-estrutura material indispensável à integração dessas regiões no mercado mundial. A produção de mercadorias de exportação, o transporte gratuito de bens e pessoas e depois a construção das estradas, dos caminhos-de-ferro, e dos portos dependeram em todas as áreas coloniais europeias de uma força de trabalho que não surgiu espontaneamente no mercado.

Por outro lado, estas práticas colocavam muitas dificuldades de legitimação. As abolições do tráfico atlântico de escravos e da escravidão tinham acontecido apenas poucas décadas antes. Havendo nas metrópoles consenso ideológico sobre a rejeição da escravidão – tanto do tráfico como da manutenção de qualquer estatuto jurídico servil – existia sempre o risco os sistemas de trabalho forçado organizados pelo estado colonial serem associados à realidade anterior. Por outro lado, a necessidade de criar uma oferta de trabalho assalariado onde ela não existia levava à necessidade duma legislação “especial” para os territórios africanos, que não considerava negativa a imposição do trabalho. Esta dualidade jurídica, de “cidadãos” e “indígenas” persistiria durante quase toda a época colonial. Daí as dificuldades sentidas, especialmente durante a década de 1920, pela Sociedade das Nações e pela Organização Internacional do Trabalho em conseguirem chegar a uma definição consensual do “trabalho compelido”.

Nestas circunstâncias, as administrações coloniais precisaram durante a vigência destas práticas, de um programa de legitimação forte, isto é, de uma retórica que, embora adaptada às diferentes realidades africanas, sustentasse a legitimidade dos africanos serem forçados a abandonar o seu modo de vida para produzir mercadorias de exportação ou para se assalariarem. Persistentemente, administradores, políticos, missionários, colonos, cientistas e meios de comunicação social reinventaram formulações deste discurso. Paradoxalmente também, esta ideologia poderá mesmo ter sido assumida por um pequeno grupo das elites africanas. Para mencionar apenas um exemplo, em Março de 1961, quando foi discutida a abolição final do trabalho forçado no império colonial português, a Liga Nacional Africana, principal associação de representação dos chamados ‘assimilados’ tinha uma visão ambígua sobre a necessidade de ser decretada a liberdade do trabalho.

As representações ideológicas que na época do tráfico de escravos suportaram as argumentações a favor e contra têm sido ultimamente objecto de atenção historiográfica. Não tem acontecido o mesmo com as que no período colonial justificavam o trabalho forçado. O objectivo principal deste colóquio é assim o de comparar as evoluções do discurso colonial sobre a obrigatoriedade do trabalho do ‘indígena africano’ – tanto nos diferentes grupos de protagonistas da experiência colonial na África subsariana, como nas diferentes fases dos vários estados coloniais.

 

Abstract:

 The employment of forced labour by the colonial administrations allowed the set up, with minimal costs, of an infrastructure that was necessary to integrate the African colonies in the world market. The production of export goods, the cost-free transport of merchandise and individuals, and, subsequently, the building of roads, railway lines and harbours depended, in all European colonial territories, on a labour force that did not spontaneously present itself on the market.

On the other hand, these practices brought up difficult questions of legitimacy. The abolition of both the Atlantic slave trade and of slavery had been decreed only a few decades before. While there now existed in the metropolis an ideological consensus on the condemnation of slavery – expressed both in suppression of the traffic as in the abolition of any legal remainders of the slave statute – European governments and administrations still faced the risk that the systems of forced labour organized by the colonial state became associated with the earlier practices. Nevertheless, the need to guarantee a reserve of waged labour where it did not exist, seemed to lead to the need for a ‘special’ legislation for the African territories, which did not regard labour obligations as negative. The result was a legal dualism of ‘citizens’ and ‘natives’ that persisted during most of the colonial period. Thus, the difficulties felt, mainly in the 1920s, in the League of Nations and in the International Labour Organisation in arriving to a consensual definition of ‘unfree labour’.

Under these circumstances, colonial administrations, whose practices were thus under observation, had to rely on a strong programme of legitimization, that is, on a rhetoric that – although adapted to the different African realities – helped to defend the fact that Africans were forced to leave their normal way of life to produce export goods or seek waged labour. Consistently, administrators, politicians, missionaries, settlers, scholars and the media reinvented the formulae of this discourse. Also, paradoxically, this ideology was even assumed by a small group of the African elite. To mention just one example, in March 1961, when the final abolition of forced labour was discussed in the Portuguese colonial empire, the Liga Nacional Africana, the main association representing the so-called ‘assimilados’, had an ambiguous perspective on the need for the a decree on free labour.

The ideological images that during the slave trade period supported the arguments in favour and against the institution have recently been given the proper historiographical attention. This is not the case for the arguments used in the colonial period to justify forced labour. The principal goal of this conference is to compare the evolution of the colonial discourse on the obligatory nature of ‘native labour’ – inside the different groups of protagonists of the colonial experience in sub-Saharan Africa, and during the different phases of the various colonial states.

 

 


PROGRAMA

 

17 de Novembro de 2011
Anfiteatro Nobre - FLUP

 

10h00 - Sessão de abertura e distribuição da documentação aos participantes

10h30-12h00 
Painel 1 : Ideologia do período do tráfico de escravos
Moderação e intervenção: José Capela
- Jorge Simon Izquierdo Diaz (Univ. Copenhaga) - A representaçao do trafego de cafres de Moçambique na obra Geographia Historica Orientalis, impressa em 1641 pelo dinamarqués Hans Hausen Skonning. O escravismo no imaginario dos nórdicos num contexto de mudanças
- Maria Aparecida Papali (Universidade do Vale do Paraíba-Brasil) - Entre Contendas e Sociabilidades: Escravos e Pobres Livres na cidade de Jacareí/ SP/Brasil

12h00-12h30 - Debate

12h30-14h30 - Almoço

14h30-15h10 
Painel 2 : Práticas legislativas e administrativas I
Moderação: Alexander Keese
- Marina Berthet (Universidade de Juiz de Fora - Brasil) - O trabalho e a missão civilizadora portuguesa em São Tomé e Príncipe século XIX e XX
- Augusto Nascimento (IICT - Lisboa) - As dissensões caladas sobre o Estado-Providência… dos roceiros. Notas em torno da discussão dos contornos da usura dos serviçais em meados de novecentos em São Tomé e Príncipe
- Ivone Brito Monteiro (Faculdade de Letras da Univ. Coimbra) - O Indigenato em Cabo Verde: mito ou realidade astuciosa? 

15h10-15h40 - Debate 

15h40-16h15 - Coffee Break

16h15-17h00 - Visita à Exposição "Ladislau Magyar em Angola" comentada pela Curadora Eva Sebestyén. 

17h00-18h00 
Painel 3: Práticas legislativas e administrativas II
Moderação: Maciel Santos
- Alexander Keese (CEAUP / Humboldt-Universität - Berlim) - Aprender a trabalhar? Perspectivas comparadas sobre o fenómeno do trabalho forçado colonial na África subsariana, 1918-1962
- Philip Havik (Univ. Nova de Lisboa) - Administração Colonial, Politicas Fiscais e o „Imposto Indígena‟ em Angola, Guiné e Moçambique: perspectivas metropolitanas
- Ines Galvão (ICS - UL) - De vadios a homens, ou a "dignificação" do africano pelo trabalho: a promoção social como estratégia de gestão de mão-de-obra nas plantações de sisal (Moçambique, c. 1950-1960)

 

18h00-18h30 - Debate

 

18 de Novembro de 2011

Anfiteatro Nobre - FLUP

 

10h00-11h00
Painel 4 : Legitimação e ideologia dominante I
Moderação: Philip Havik
- Cecile Gonçalves (E.H.E.S.S. - Paris) - Quand la " science " légitimait le travail forcé
- Maciel Santos (CEAUP / FLUP) "Contrato" e "Imposto" - legitimações ideológicas da administração colonial portuguesa (1890-1920)
- José Pedro Monteiro e Miguel Bandeira Jerónimo (ICS - UL) - Entre o "grêmio da civilização" e a ideologia do desenvolvimento: O império colonial português e a internacionalização da questão do trabalho nativo africano (1900-1965)

11h00-11h30 - Debate

11h30-12h00
Painel 5 : Legitimação e ideologia dominante II
Moderação: Marina Berthet
- Ermelinda Liberato (CEA-ISCTE) - Trabalho Forçado e Educação: A Política Educativa Ultramarina
- Sara Pereira / Renata Marques (Universidade de Évora) - A instrução nas roças de São Tomé e Príncipe 1845-1975: mitos e realidade

12h00-12h30 - Debate

12h30-14h30 - Almoço

14h30-15h30
Painel 6 : O trabalho forçado na Memoria Colectiva I
Moderação: Manuel Muanza
- Felipe Paiva (UFS - Brasil) - Representações Ideológicas do Colonizado e do Colonizador através da Literatura e da Historiografia (1961-1975)
- Eva Sebestyén (CEAUP) - O trabalho por contrato inter-regional entre Angola e Namíbia
- Simão Souindoula (Comité Científico Internacional do Projecto da UNESCO " A Rota do Escravo " ) - Yele ku tonga ou a representação ideológica bantu do trabalho forçado em São Tomé e Príncipe 

15h30-16h00 - Debate

16h00-16h40
Painel 7: O trabalho forçado na Memoria Colectiva II
Moderação: Eva Sebestyen
- Patricio Batsikama (Univ. Fernando Pessoa - Portugal) - O trabalho forçado justificável no sistema social Kongo e Ambûndu (Angola)
- Manuel Muanza (ISCED - Luanda) - Trabalho Forçado documentado pelos escritores angolanos

16h40-17h10 - Debate

17h10-17h30 - Coffee break

17h30-18h30 - Debate geral e encerramento dos trabalhos.

 

Comissão Científica 
Alexander Keese (CEAUP) 
José Soares Martins (CEAUP) 

 

 

O relatório de Caldas Xavier sobre a Revolta do Massingire tem importância peculiar que lhe confere a qualidade do testemunho de um interveniente dotado de invulgar curiosidade e capacidade de análise sobre as causas profundas da conflitualidade desencadeada. Porventura o mais esclarecido e esclarecedor documento sobre a transição do sistema senhorial para o capitalismo de plantação, no Vale do Zambeze.

José Capela.

 

      Fotografia de João Luís Serras Pereira

 

Visões Políticas e Culturais do Mediterrâneo durante a Primavera Árabe 

Programa /Programme

 

27 Junho/juin 2012
Biblioteca Municipal Vicente Campinas - Vila Real de Santo António

 

10h00 - Sessão de abertura e distribuição da documentação aos participantes / Session d'ouverture et distribution des matériels aux participants.

10h30-11h30
Painel / Panel 1 : Processos do Mediterrâneo pré-colonial / Dossiers de la Méditerranée précoloniale
Moderação/ Modération: Mohammed Nadir - CEAUP
- Maâti Monjib - Institut des Etudes Africaines, Rabat
L'intérêt précoce américain pour le Maroc et la Méditerranée
- Jorge Ribeiro - CITCEM - FLUP, Porto
Le Portugal et les États-Unis face aux puissances barbaresques à la fin du XVIIIe et début du XIXe siècle
- Anne-Lise Louca - Conseil Consultatif de SémiotiqueS, Genève
John Ninet 1815 - 1895 : Une vision suisse décentrée de l'Egypte à la fin du XIXe siècle

11h30-12h00 - Debate / Débat

12h00-12h45 - Visita comentada da Exposição fotográfica. / Visite commentée à l'Exposition Photographique.

 

12h45-14h30- Almoço / Déjeuner

 

14h30-15h30
Painel / Panel 2: Perspectivas coloniais / Perspectives coloniales
Moderação/ Modération: Jorge Ribeiro - CITCEM - FLUP
- Mohammed Nadir - CEAUP
Le Portugal et le Protectorat franco-espagnol au Maroc (1912): Histoire politique de la Méditerranée
- Maciel Santos - CEAUP
A crise de Agadir e as rivalidades imperialistas - perspectivas da imprensa colonial portuguesa (1908-1912)
- Carla Prado - CEAUP
Portugal e Argélia, visões de um conflito - A guerra de independência argelina vista pela diplomacia portuguesa (1954-1964)

15h30-16h00 - Debate / Débat

16h00-16h15 - Coffee Break

16h15 - 16h55
Painel / Panel 3 : A Primavera árabe - Marrocos / Le Printemps arabe et le Maroc
Moderação/ Modération: Ivo Sobral - Univ. Fernando Pessoa, Porto
- Mustapha El Harrar El Imrani- Fac. des Lettres de Tétouan - U. Abdelmalek Essaâdi
La façade méditerranéenne du Maroc : vers une nouvelle vision spatiale
- Abd-el-Aziz Assaoud - Fac. des Lettres de Tétouan - U. Abdelmalek Essaâdi
Maroc et Ibérie : Conquête, Reconquête et visions croisées

16h55-17h25 - Debate / Débat

17h25 - Comunicação e projecção de filme / Communication et projection de film:
Helia Saraiva - CEAUP
Alteridade e desvinculação afectiva espacial em The Sheltering Sky (Um chá no deserto) de Paul Bowles

 

28 Junho/juin 2012

Biblioteca Municipal Vicente Campinas - Vila Real de Santo António



09h30-10h30 
Painel / Panel 4: A Primavera árabe - visões gerais / Le Printemps arabe - vue d'ensemble 
Moderação/ Modération : Nizar Tajditi - Fac. des Lettres de Tétouan, U. Abdelmalek Essaâdi & CEAUP
- Claudia Toriz Ramos - Univ. Fernando Pessoa, Porto
O Norte e o Sul: O Mediterrâneo e as transições democráticas 
- Abdelouahid Hammoudan - Académie pédagogique de Marseille
Le Grand Maghreb entre le rêve des peuples et la complexité des enjeux politiques dans le bassin méditerranéen
- Serge Allemand - Université de Provence, Aix-en-Provence
La prudence de l'Occident face au Printemps arabe

10h30-11h00 - Debate / Débat

11h00-11h30 - Coffee Break

11h30-12h10
Painel / Panel 5 : A Primavera árabe - estudos de caso I  / Le Printemps arabe - études de cas I 
Moderação/ Modération: Mustapha Adila - Fac. des Lettres de Tétouan - U. Abdelmalek Essaâdi
- J. Puig Montada - Universidad Complutense de Madrid 
Egipto nos últimos 30 anos. Desde o assassinato de Sadat até às eleições de 2012.
- Raul Braga Pires - CEAUP
Consequências da queda do regime do Coronel Muammar Kadhafi. Uma visão política para o Mediterrâneo e para o Sahel.

12h10-12h50
Painel / Panel 6: A Primavera árabe - estudos de caso II / Le Printemps arabe - études de cas II
Moderação / Modération: Maciel Santos - CEAUP
- Ivo Sobral - Univ. Fernando Pessoa, Porto
Comparing Past Democratic Transitions with the current post-Arab spring. The case of Portugal and Tunisia
- Jorge Rodrigues - Exército Português
The Turkish dilemma: unveiling the southern corridor

12h50-13h20 - Debate / Débat

 

13h20-14h30 - Almoço / Déjeuner

 

14h30-15h50
Painel / Panel 7 : Perspectivas literárias e culturais I / Perspectives littéraires et culturellesI
Moderação/ Modération: Hélia Saraiva - CEAUP - Nizar Tajditi - Fac. des Lettres de Tétouan, U. Abdelmalek Essaâdi & CEAUP
Visions européennes de la Méditerranée & Renaissances du Grand Maghreb
- Fátima Marinho - Directrice de la Faculté de Lettres de l'Université de Porto
Les Masques de l'Autre: aspects d'une vision culturelle des relations méditerranéennes
- Fernando Branco - CIDEHUS / Univ. Évora
Literatura e cinema de expressão árabe e a Primavera que então surgiu - breves notas
- Mustapha Adila - Fac. des Lettres de Tétouan - U. Abdelmalek Essaadi
La superación de los estereotipos mediante la cultura de paz en el Mediterráneo

15h50-16h20 - Debate / Débat

 

16h20 - Encerramento / Fermeture 

 
 
 
 
 
 

Visões Políticas e Culturais do Mediterrâneo durante a Primavera Árabe

 
Os 2,5 milhões de quilómetros quadrados do Mediterrâneo contêm a mais alta densidade de conflitos de toda a história. Com a configuração de um corredor no sentido da longitude, este mar fez convergir forças expansionistas vindas dos três continentes que o rodeiam, podendo dizer-se que durante os últimos 2.500 anos nenhuma outra região da terra foi mais disputada. Servindo de bomba aspirante para impérios antigos e modernos, a região do Mediterrâneo ganhou também uma inércia específica: nenhuma potência, com excepção de Roma (a única a domina-lo integralmente) e do império otomano na metade oriental, se conservou hegemónica por muito tempo. Compreende-se que Hegel, para falar do efémero, se tenha servido só de exemplos de potências mediterrânicas: "Quem terá estado entre as ruínas de Cartago, de Palmira, de Persepolis e de Roma, sem se entregar a considerações sobre a caducidade dos reinos e dos homens(..)?" 
Na época inicial do mercado mundial e com as rotas atlânticas a desvalorizarem a geopolítica do Mediterrâneo, a duração dessas hegemonias regionais diminuiu à razão directa da sua contemporaneidade. Quando o mar interior recuperou parte do seu valor estratégico através da abertura do canal do Suez, a correlação de forças imperialistas já não permitiu aí senão supremacias navais, também de curta duração (a actual, a da 6ª frota dos EUA, começou na década de 1950) . Assim, os transitórios "equadores" políticos ou militares que dividiram a região não impediram a formação de um "caldo cultural" mediterrânico, embora com muitas micro-identidades. 
Mais do que nunca, este mar continua hoje a fazer o antigo jogo de espelhos, em que todos os vizinhos se observam de perto. A estes observadores tradicionais, devem agora juntar-se as potências mundiais dos últimos 50 anos que, pela primeira vez, vêm dos continentes não-vizinhos (americanos, soviéticos, BRIC's).
Os registos diplomáticos, os relatos de viagens, os media (por onde nos chegaram o "Próximo e o Médio Oriente") , a ficção literária e.. as próprias ciências sociais têm sido os principais canais de uma inesgotável diversidade de estereótipos, intuições e balanços sobre a região. Sem ter a pretensão de os inventariar sequer, este colóquio pretende explorar a ideia de que a perspectiva comparada de alguns deles, longe de aumentar a sensação de caos ou de deja vu permite captar melhor as dinâmicas geopolíticas e culturais da região.
Pretende-se assim apresentar criticamente perspectivas sobre o Mediterrâneo, não necessariamente visões dos mediterrânicos. Sendo um mar pequeno e interior, este acidente geográfico foi sempre muito mais vasto do que o espaço com que qualquer sistema cartográfico o representa. 

 

Visions Politiques et Culturelles de la Méditerranée à l'heure du printemps arabe

 

Les 2,5 millions de kms carrés de la Méditerranée contiennent la plus haute densité de conflits de l'histoire. Avec la configuration d'un couloir dans le sens longitudinal, cette mer a fait converger des forces expansionnistes venues des trois continentes que l'entourent, on peut même dire que pendant les derniers 2.500 ans aucune région du monde a été si disputée. Fonctionnant comme bombe aspirante pour des vieux et modernes empires, la région de la Méditerranée a gagné aussi une inertie spécifique: aucun autre pouvoir, avec l'exception de Rome (le seule à le dominer intégralement) et de l'empire Ottoman, dans la moitié orientale, a conservé son hégémonie pendant si longtemps. On comprend que Hegel, pour parler de l'éphémère, ait utilisé seulement des exemples de puissances Méditerranéennes: " Qui a vu les ruines de Carthage, de Palmyre, Persépolis, Rome sans réfléchir sur la caducité des empires et des hommes, sans porter le deuil de cette vie passée puissante et riche ? (..)?" 
Au début du marché mondial et avec la dévalorisation de la géopolitique de la Méditerranée par les routes atlantiques, la duration de ces hégémonies régionales a diminué en raison directe de leur contemporanéité. Quand la mer récupéra une partie de son valeur stratégique, avec l'ouverture du canal de Suez, la corrélation des forces impérialistes, n'y permettaient déjà que des suprématies navales, elles aussi de courte durée (l'actuelle, la 6ème flotte des États-Unis EUA, n'a débuté que dans les années 50). Ainsi, les "équateurs" transitoires, politiques ou militaires, que divisaient la région n'ont jamais empêché la formation d'un "bouillon culturel" méditerranéen, malgré ses plusieurs micro-identités. 
Aujourd'hui et plus que jamais, cette mer continue à jouer son ancien jeu de miroirs dans lequel tous les voisins s'observent de proche. 
À ces observateurs traditionnels on doit ajouter, maintenant, les puissances mondiales des derniers 50 ans, que, pour la première fois, viennent de continents non-voisins (nord-américains, soviétiques, BRICs).
Les registres diplomatiques, les carnets de voyages, les media (que nous ont donné le "Proche et le Moyen Orient"), la fiction littéraire et… même les sciences sociales ont été les voies principales d'une inépuisable diversité de stéréotypes, d'intuitions et de bilans sur la région. Sans avoir la prétention de les énumérer, ce Colloque veut explorer l'idée que la perspective comparée de certains d'eux, loin d'augmenter la sensation de chaos ou de déjà vu, permet de mieux capter les dynamiques géopolitiques et culturelles de la région. 
On a l'intention de présenter, de forme critique, des perspectives sur la Méditerranée , pas nécessairement des visions des Méditerranéens. Cet accident géographique a toujours été plus vaste que l'espace représenté par n'importe quel système cartographique.

 

Political and Cultural Visions of the Mediterranean during the Arab spring

 

The 2,5 million square kilometres of the Mediterranean contain the highest density of conflicts in History. With the shape of a longitudinal corridor, the sea has attracted expansionist forces from the three continents that surround it. We can even say that during the last 2.500 years no other region on earth has been more disputed. Serving as an aspiring bomb to ancient and modern empires, the Mediterranean has also developed a specific inertia: no other power, with the exception of Rome (the only one to fully dominate it) and of the Ottoman Empire in the eastern half, has maintained itself hegemonic for a long time. When Hegel spoke of the ephemeral he only used examples of Mediterranean powers:
"What traveller among the ruins of Carthage, of Palmyra, Persepolis, or Rome, has not been stimulated to reflections on the transiency of kingdoms and men, and to sadness at the thought of a vigorous and rich life now departed (..)?" 
In the beginnings of the world market and with the Atlantic routes undermining the geopolitics of the Mediterranean, the duration of these regional hegemonies diminished as they become closer to present times. Afterwards, when the sea recovered part of its strategic value through the opening of the Suez Chanel, the correlation of imperialist forces didn't allow for anything else there but naval supremacies, also short-lived (the current one, the 6th fleet of the USA began in the 50's). Thus, the transient political or military "equators" that divided the region did not prevent the formation of a Mediterranean "melting pot", even with its micro-identities. 
Nowadays, this sea continues, more than ever, to play to play its ancient game of mirrors, in which all the neighbours watch each other up close. 
To these traditional observers, we must now add the world powers of the last 50 years that, for the first time, come from the non-neighbouring continents (Americans, Soviets, BRICs).
Diplomatic registers, travel logs, media (from where we got the "Near and the Middle East"), literary fiction and... social sciences themselves have been the main channels of an endless diversity of stereotypes, intuitions and audits on the region. Without the presumption of enumerating them, this Seminar intends to explore the idea that the compared perspective of some of them, far from increasing the feeling of chaos or of déjà vu, allows for a better perception of the geopolitical and cultural dynamics of the region.
We propose to present critical perspectives of the Mediterranean, and not necessarily the visions of the Mediterraneans. Although a small and inner sea, this geographical incident has always been much wider than its representation in the cartographic system.

 

مركز الدراسات الإفريقية بجامعة بوطو (CEAUP) فرقة البحث في ثقافات المجتمعات المتوسطية بكلية الآداب تطوان (GRCSM) بتعاون مع بلدية مدينة فيلا ريال سان أنطونيو بالغرب – جنوب البرتغال ينظمان الندوة الدولية رؤى سياسية وثقافية للمتوسط في ساعة الثورة العربية بالمركز الثقافي لبلدية مدينة فيلا ريال سان أنطونيو الغرب / جنوب البرتغال ما بين 27 و28 يونيو 2011م عرف البحر الأبيض المتوسط، وهو فضاء ملاحي يمتد على مليونين ونصف كيلوميتر مربع، أكبر عدد من النزاعات في التاريخ. إذ جذب قوى توسعية أتت إليه من القارات الثلاث المحيطة به. بل يمكن القول بأنه منذ 2500 سنة الأخيرة، لم تعرف منطقة في العالم تنازعا شديدا حولها مثل المتوسط. وبسبب قوة هذا الاستقطاب المتواصل للإمبراطوريات القديمة والحديثة، عرفت منطقة المتوسط جمودا خصوصيا. فباستثناء روما التي هيمنت على ضفتي المتوسط والإمبراطورية العثمانية التي سيطرت على أجزاء واسعة منه في الشرق والجنوب، لم تحتفظ أي قوة بهيمنتها على بلدان المتوسط طويلا. ولذلك يمكن أن نفهم استشهاد هيجل بأمثلة من القوى المتوسطية أثناء حديثه عن ’العابر‘ في التاريخ: «من ذا الذي رأى أنقاض قرطاجة، وتدمر، والمدائن، وروما دون أن يفكر في زوال الإمبراطوريات، وفناء البشر، ودون أن يلبس الحداد حزنا على هذه الحياة الماضية القوية والثرية؟» في بداية السوق العالمية، تراجعت الأهمية الجغرافية والسياسية للمتوسط بسبب الطرق البحرية الأطلسية، كما تناقصت مدة هيمنة القوى المحلية نظرا لطابعها المعاصر. وعندما استعاد البحر جزءً من أهميته الاستراتيجية عند فتح قناة السويس (1869م)، لم يسمح تجمع القوى الاستعمارية إلا بالسيادات البحرية التي لم تستمر بدورها إلا لمدة قصيرة (لم يظهر الأسطول السادس الأمريكي بالمتوسط إلا في الخمسينيات من القرن الماضي). والواقع أن الخطوط العابرة السياسية والعسكرية التي كانت تقسم المنطقة لم تمنع أبدا من تكوّن ’’حساء ثقافي‘‘ متوسطي رغم وجود عدة هويات صغرى. ولذلك، يلعب المتوسط ـ اليوم أكثر من أيّ وقت مضى ـ دوره القديم حيث يراقب الجيران في مراياه بعضهم البعض عن كثب. وإلى جانب هؤلاء المراقبين المعتادين، ينبغي أن نضيف الآن القوى العالمية للخمسين سنة الأخيرة، تلك التي تأتي من قارات لا تجاوره (أمريكا الشمالية، الاتحاد السوفياتي، بريطانيا العظمى). لقد وفـّرت المذكرات الديبلوماسية، ودفاتر الرحلة، ووسائل الإعلام التي أطلقت مصطلحي ’الشرق الأوسط‘ و’الشرق الأدنى‘، والخيال الأدبي، وحتى العلوم الإجتماعية، القنوات الأساسية لتنوع هائل من الصور الجاهزة والتصورات الحدسية والدراسات الجامعة حول المنطقة. ولا تدعي هذه الندوة حصر هذه الصور والتصورات والدراسات، بل تطمح إلى استكشاف فكرة مدى قدرة المنظور المقارن لبعضها، لا على زيادة الإحساس بالكارثة وبالرؤى السابقة، بل على ضبط الديناميات الجغرافية السياسية والثقافية للمنطقة. إذ يكمن هدف هذه الندوة في تقديم منظورات حول المتوسط تقديما نقديا، وليس مجرد بسط رؤى المتوسطيين، ما دام الحادث الجغرافي كان دائما أوسع من الفضاء المُمَثَّـلِ في أي نسق خرائطي. اللجنة العلمية المنظمة • تاريخ إرسال طلبات المشاركة في الندوة: ـ من 1 نوفمبر 2011 إلى 15 أبريل 2012 • تاريخ تحكيم اللجنة العلمية وإشعار المتدخلين بقبول مشاركاتهم: ـ من 15 أبريل إلى 15 ماي 2012

 

Data/Date: 27-28 Junho de 2012
Local/Place: Biblioteca Municipal Vicente Campinas - Vila Real de St. António, Portugal 

Organização/Organisation

CEAUP 
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Via Panorâmica s/n
4150-564 Porto
telefax: +351226077141
e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
URL: http://www.africanos.eu

 

Groupe de Recherche sur les Cultures des Sociétés Méditerranéennes
Prof. Nizar Tajditi
Faculté des Lettres de Tétouan
B.P. 210 Route de Martil
Tétouan - Maroc 
Téléphone : 0539979050
Fax : 0539979130 

 

APOIOS
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Câmara Municipal de Vila Real de St. António 

 

 

  

 

 

Coleção 'Experiências de África' – Série Orlando Ribeiro” - apresentação pelo Prof. Doutor Maciel Morais Santos, do CEAUP, do “Caderno de Campo - Guiné 1947”, de Orlando Ribeiro, o historiador e geógrafo, grande renovador desta ciência em Portugal no Séc. XX”.

- apresentação, pelo Eng. Luís Guerreiro, Presidente da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, do novo volume da colecção Experiências de África, no prelo: “Caderno de Campo de Manuel Viegas Guerreiro – 1957” e divulgação do Programa de Comemoração do1º Centenário do Aniversário do Ilustre Professor.

 

Org. Pátio de Letras, Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto e Fundação Manuel Viegas Guerreiro, Querença.

Pátio das Letras. Rua Cândido Guerreiro - Faro.

Entrada livre.

 

 

 

O 1º Congresso Internacional Portugal-Brasil-África: relações históricas, literárias e cinematográficas, a realizar nos dias 24 e 25 de outubro de 2012, resulta de uma parceria entre o Departamento de Letras da Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior, o curso de Cinema da mesma Faculdade e o Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto e enquadra-se num conjunto de iniciativas que o Departamento de Letras da UBI tem concretizado ao nível da lusofonia: I Congresso Internacional Relações Culturais Portugal-África, em junho de 2008; Colóquio Internacional Portugal-Brasil, em outubro de 2009; e II Congresso Internacional Relações Culturais Portugal-África, em outubro de 2010. O Departamento de Letras aposta, pois, na transdisciplinaridade inerente a estas iniciativas.

Mais informações em:  http://www.congresso-portugal-brasil-africa.ubi.pt/

     

Apoio

Unidade I&D integrada no projeto com referência UIDB/00495/2020 (DOI 10.54499/UIDB/00495/2020) e UIDP/00495/2020.

 

Contactos

Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto
Via panorâmica, s/n
4150-564 Porto
Portugal

+351 22 607 71 41
ceaup@letras.up.pt